segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

sábado, 27 de dezembro de 2014

I just hope it won't be to late...



The perfect time is slipping through my fingers slowly, deadly, silent...

E eu só queria era ter uma noite descansada...

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Pesadelos...


Há mais de um mês que não tenho uma noite descansada. Os pesadelos são vários e acordo atormentada. Vou trabalhar com o coração pequenino, o cansaço está a acumular e o medo que a noite chegue é cada vez maior. Talvez seja o reflexo dos meus fantasmas. Talvez esteja a ganhar novos fantasmas. Talvez sejam inseguranças. Talvez seja medo do futuro. Os cenários são vários mas os sentimentos sempre os mesmos. Preciso de paz e de descanso. Espero que as férias cheguem e me tragam uma noite sem sonhos, sem tormentos. 

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Há palavras...

... que nunca deveriam vir juntas.
... que nunca sequer deveriam aparecer.

... que juntas fazem a vida num inferno.
... que juntas tornam o coração do tamanho da cabeça de um alfinete.

... que deveriam ser banidas do dicionário.
... que deveriam ficar ocultas da vida.

... que só o nome assusta.
... que não trazem nada de bom.

... que eu não queria lidar com elas.
... que eu não queria que existissem.
... que eu nunca pensei que pudesse afetar a minha família.

Há palavras que fazem vontade de chorar só de as pronunciar.
Há palavras que aparecem na nossa família e nós colocamos tudo em causa.

Há palavras e palavras e estas duas já são más sozinhas, juntas então é surreal.

A mãe da minha mãe e a minha mãe... Como isto custa escrever! Daria tudo para ficar com essas duas palavras e livrar as pessoas do sofrimento que estão a passar.

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

A falta que um abraço faz..


Sérgio Godinho: Canção dos abraços

Amanhã tanta coisa pode mudar. Amanhã não é um dia normal e nunca será. A esperança está toda concentrada neste momento numa pessoa. Foram dois meses angustiantes e essa angústia nunca passou. A impotência de viver longe é mais que muita. Todos os cenários são colocados, por mais pensamentos positivos que a pessoa tenha há sempre o lado negro das coisas que a pessoa nem sequer quer imaginar.

Nestas últimas semanas tenho pensado muito sobre a importância de um abraço. Engraçado como a mente divaga e se questiona sobre coisas tão simples às vezes. Mas engane-se aquele que ache que um abraço não tem importância nenhuma. Às vezes faz toda a diferença. Já cheguei a desesperar por um abraço. Engraçado como isto soa tão estranho neste momento, pode-se dizer que me conformei com a situação pois abraço ainda não tive e não estou desesperada.

Viver longe é assim. Quando as coisas estão bem são simplesmente as saudades que temos. Mas quando as coisas estão mal as saudades passam para segundo plano e a necessidade uns dos outros torna-se gigante. A necessidade do contacto visual, a necessidade do contacto físico. A necessidade de um abraço. Pelos telefonemas é fácil perceber que o meu pai precisa desesperadamente de um abraço meu. É fácil perceber que os meus irmãos sentem-se perdidos sem eu lá estar. Não sou a super mulher mas sou um pilar na minha família.

A família é como uma casa, com pilares, paredes e janelas. As janelas precisam das paredes e as paredes precisam dos pilares. Basta faltar um pilar e a casa ainda se mantém ainda que muito coxa. Mas quando começa a faltar dois pilares a coisa já complica. O meu avô era um desses pilares. Esse pilar tornou-se pilar de outra forma. Onde quer que esteja sei que está a fazer de tudo para que a normalidade volte a esta família. O meu avô tinha dois filhos de sangue e uma filha de coração e sei que neste momento está a fazer de tudo para salvar a sua filha de coração. Eu sei que sim, eu acredito que sim.

E de repente talvez este tenha sido o texto mais longo que escrevi neste blog. Não se levanta o véu porque as coisas que acontecem são para estarem entre família. Há nomes que se tornam difíceis de dizer, de pronunciar. Há nomes que existiam no nosso vocabulário mas que não faziam parte de nós.

A palavra abraço tem tanta explicação, tem tanta coisa intrínseca. Tem tanto para dizer e para contar, tem tanto para sentir e dar. Que nunca nos falte a esperança de dias melhores e que nunca nos falte abraços...

domingo, 26 de outubro de 2014

O meu 6º sentido...

... está acordado e normalmente nunca se prevê coisa boa...

domingo, 12 de outubro de 2014

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Há muito que não escrevo...


O verão passou, foi calmo e tranquilo. Senti-me bem e feliz. Senti-me em paz. Depois de tempestades vêm sempre as calmarias. Mas no meu caso também se aplica que a seguir a calmarias vêm sempre tempestades...

Ainda estou em estado de choque, ainda não consigo aceitar. Ainda não consigo falar sobre o assunto sem que a voz me trema e as lágrimas não apareçam nos olhos.

Acho revoltante e de uma tremenda injustiça isto tudo. Sei que tenho que ultrapassar, sei que tenho que dar a volta por cima não por mim mas neste momento quero o meu casulo, quero a minha solidão, não quero que me perguntem como estou.

Quero ficar aqui com os meus fantasmas...

terça-feira, 22 de julho de 2014

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Li e chorei...

"Ontem visitei uma praia antiga que me deram há três anos. Recebi nesse dia uma praia como presente, e protegi-a como se tudo ali estivesse, e tinha razão, estava tudo ali, não é uma reflexão de agora, aquela praia és tu, e de tempos em tempos lá a visito nos dias em que não lá estás..."

(... muito. Encontrei quando fui à procura...)

quarta-feira, 2 de julho de 2014

E depois de uma semana...

... o coração está cheio!
... a missão está cumprida!
... os elogios surgiram em catadupa que não estava à espera!
... os mimos chegaram!

e resumindo tudo isto e muito mais...

... estou feliz e tenho a melhor profissão do mundo!

(já nem me lembro a última vez que escrevi isto...)

terça-feira, 24 de junho de 2014