terça-feira, 22 de março de 2016

Mal posso esperar...

As mudanças nestes últimos meses têm sido quase que radicais... O meu estado de espírito anda completamente diferente. As constelações têm-me feito lindamente e estou preparada para todas as aventuras que vão começar.

Já não me chateio com nada. Já não sinto energias negativas e quando as vejo espreitar ponho no mesmo segundo para trás das costas. Estou uma pessoa bem disposta, positiva e feliz. Sim, feliz e cheia de esperança.

Há quatro meses tinha perdido todas as forças, tinha perdido a esperança de muita coisa e agora tudo está diferente. Estou pronta para os novos desafios, estou pronta para viver novamente. Estou pronta para me apaixonar.

Não reprimir emoções e nem sentimentos. E neste momento apenas me apetece chorar por estar bem, por estar feliz, por estar resolvida. Sei que não posso criar expectativas e que todos os dias tenho que pensar no meu regresso a Lisboa. "Vou voltar para Lisboa", não para a casa A, B ou C. "Vou voltar para Lisboa", não para o trabalho A, B ou C. "Vou voltar para Lisboa" não por causa de A, B ou C.

Vou voltar para Lisboa apenas porque está na altura, porque o Porto me manda embora. Vou voltar para Lisboa para qualquer trabalho. Vou voltar para Lisboa para me apaixonar de vez. Nem acredito no ano que me espera. Todos os dias será acordar e seguir em frente de cabeça erguida. Faltam apenas 3 meses e 2 semanas. Apenas isso! Vai passar a correr como tem passado até agora.

Estou pronta para viver e mal posso esperar por isso. Estou pronta para ser feliz e mal posso esperar por isso. Estou feliz, estou tão feliz...

Este sorriso ninguém mo tira mais. Este sorriso que fui ganhando ao longo destes meses já ninguém mo tira. E amanhã dentista para mostrar a toda a gente este sorriso lindo que tenho agora.

Mal posso esperar por viver... Que venham os 35 anos pois eu estou mais que pronta... Que comecem os 35 anos que vão ser inesquecíveis...

segunda-feira, 14 de março de 2016

Falta pouco...


Na sexta fui para Lisboa e encontrei pessoas que não via há anos... Pensei em como o tempo está a voar e não vai voltar para trás. Não é tempo perdido mas é tempo que não regressa. Pensei em todas as pessoas que deixei de ver por estar longe. Pensei em todas as decisões e escolhas que fiz. A escolha entre a pessoa A e a pessoa B. Pessoas que ficaram esquecidas pelo tempo. Não havia tempo, não havia escolha e isso parece-me tão injusto neste momento. O tempo não vai voltar para trás e daqui para a frente só posso é tentar compensar esse tempo perdido.

Falta pouco. Falta tão pouco tempo. De repente deixou de ser uma questão de um mês ou de quatro semanas. De repente quem fica seis anos pode ficar mais umas semanas mas já estou tão farta e tão cansada. Neste momento tenho pressa de voltar, neste momento cada semana que passa é menos uma para me ir embora.

Dei mais um ano ao norte, aliás dei já 5 anos e 7 meses. Não quero dar mais 4 meses. Não quero dar nem mais um dia daquilo que já dei. Não vale a pena. Não há dinheiro que compense isso. Não há dinheiro suficiente no mundo que pague a conta da saudade que eu tenho neste momento. E portanto a decisão está tomada. Afinal não faltam 4 meses e 3 semanas, afinal só faltam mesmo 3 meses e 3 semanas. Não vou dar mais um mês. Não faz sentido nenhum. Nessa altura as aulas já terminaram. Nessa altura as semanas serão enormes e irão custar imenso a passar.

Falta pouco e nem mais um dia. Dia 1 de julho quero fazer a minha mudança. Dia 1 de julho quero ser livre do norte. Dia 1 de julho e não dia 1 de agosto. A decisão está tomada. Não vou voltar atrás. Por mais que custe deixar esta terra eu preciso de voar, eu preciso de lutar pelos meus sonhos e pelos meus objetivos. Preciso mesmo de voar...

Falta tão pouco... Afinal são apenas 3 meses e 3 semanas, nas quais uma estou a descansar e portanto faltam 3 meses e 2 semanas de trabalho e nem mais um dia...

Agora vou ali contar os dias já agora... E faltam 68 dias de trabalho... 68 dias a trabalhar das 9h às 17h. Fazer as contas às horas já me parece loucura...

domingo, 6 de março de 2016

Muito estranho...

... e de repente abro o facebook e lá está uma fotografia para eu partilhar como memória... O mais estranho é que nunca publiquei a fotografia. O mais estranho é que nunca recebi a notificação de ter sido identificada na fotografia. E fica ainda mais estranho quando a fotografia tem 6 anos e apenas há 3 meses somos amigos no facebook...

Não sei porquê mas já não me incomoda tanto. Estou a tentar largar mas pelos vistos não está fácil. Mas mesmo assim não ando a chorar pelos cantos. Parece que é um vazio de sentimentos, não sei...

Ainda sinto saudades mas quanto mais penso não sei se serão realmente saudades.

É muito estranho o que estou a sentir. Não estou com raiva, não estou triste. Tentar perceber o porquê já deixou de ser preocupação.

Apenas quero dormir e que os dias passem depressa para chegar o verão. Apenas quero começar a minha nova aventura em Lisboa. Apenas quero voltar a sorrir em Lisboa.

O Porto está a mandar-me embora mas quero que o tempo passe a voar e a correr... A contagem já está numa mão. Ainda ontem faltavam 11 meses e agora já passou mais de metade do tempo.

Que seja rápido o tempo e que esta minha cura interior continue... Ando a sentir-me tão bem e tão em paz como há muito não me sentia...

E em relação ao Manel não me tira horas de sono, não me deixa triste... Apenas uma enorme saudade do que poderia ter sido mas como nunca aconteceu essa saudade um dia desaparecerá como tem vindo a desaparecer...

terça-feira, 1 de março de 2016

Acabou...

Ainda nem sei bem o que pensar...
Ainda nem sei bem o que sentir...

Acabou...

Ainda estou a tentar realizar exactamente o que correu mal e o que correu bem. Não houve discussões, não houve falta de interesse. A justificação de "estás a 300 km de distância e não dá" parece-me tão pouco. Quando sentimos algo forte por alguém custa-me pensar que é apenas isto que é uma barreira. Terá que ser algo mais. Terá que existir mais alguma coisa.

Às vezes penso que como nunca terminaram comigo e fui sempre eu a terminar se calhar merecia isto. Mas mesmo assim não consigo perceber bem o porquê. Ainda havia tanto para ser vivido. Havia ainda tantos sorrisos para serem partilhados. Ainda havia tanta história para contar e ser ouvida. 

Acaba assim... Acaba numa espécie de águas de bacalhau. Onde tudo poderá recomeçar daqui a 5 meses quando estiver novamente em Lisboa. Mas parece-me tão absurdo ter que esperar este tempo. Parece-me tão surreal.

Acabou...

Tão simples como isto... Agora é apanhar os bocadinhos todos. Voltar a montar tudo novamente. Colar mais pensos nos buracos que voltaram a abrir. Voltar a colocar creme nas cicatrizes.

Tão simples como isto... Voltar a apanhar as pedras, voltar a colocar cimento. Voltar a construir as muralhas. Colocar mais uma barreira para não doer mais.

Tão simples como isto... Voltar a fazer o esforço de confiar novamente nas pessoas. Voltar a acreditar no amor. Voltar a pensar que ainda é possível encontrar alguém e apaixonar.

Acabou...

Tudo tão simples e no entanto o cansaço já é tão grande para fazer tudo de novo que começo a pensar que o melhor mesmo é não apanhar nada.

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Montanha russa de emoções...

Estou cansada, tenho a cabeça cansada... Cansei de pensar... Cansei de encontrar uma explicação...

Não consigo perceber... Não consigo entender por mais voltas que a minha cabeça dê. Já tentei arranjar explicações. Já tentei procurar os porquês e não encontro...

O coração já se partiu em mil bocadinhos outra vez e agora ando a apanhá-los todos novamente. E as muralhas crescem mais.

Muito dificilmente voltarei a confiar. Muito dificilmente voltarei a abrir o coração com esta velocidade.

Já são demasiadas cicatrizes. Já é demasiada dor passada.

Estou cansada... Cansei...

Só queria uma explicação para seguir em frente... Apenas um porquê de tudo isto...

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Quanto mais penso...

... quanto mais penso, mais penso no passado e mais vejo as semelhanças...

A diferença é que eu já não tenho 25 anos... Passaram 9 anos entretanto... 9 anos? Como o tempo passa Meu Deus... Que impressão!

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Explodi...


Não aguentei mais. Foram 3 dias a tentar aguentar e estou orgulhosa de mim por tê-lo conseguido. Mas não deu mais... Não me arrependo de ter explodido, tinha todos os motivos para isso...

Voltamos ao tratamento de silêncio? Pois bem, então voltemos mas agora a minha postura é diferente...

Nada será como dantes...

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

domingo, 7 de fevereiro de 2016

48 horas depois...


E é assim que me sinto... A olhara para um lago que não se mexe...

Ainda estou a tentar processar isto... Nem um único sinal de vida... Não entendo...

True IX


sábado, 6 de fevereiro de 2016

...


Ainda não é desta...

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

2016

Quero que 2016 seja um ano em grande...

Vou voltar para Lisboa daqui a 7 meses e nem mais um dia...
Vou ter a minha casa em Lisboa...
Vou ter um trabalho diferente do que eu tenho neste momento...
Que a minha vida vai mudar...

E no meio desta confiança toda, desta força implacável que tenho sinto-me a desmoronar por todos os lados...

Porra, nem uma mensagem a desejar bom ano...

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Enquanto fumo um cigarro na varanda e vejo o Tejo e as estrelas penso na minha vida. Nos altos e baixos que já tive... Neste momento sinto que estou num alto mas uma parte de mim desconfia. Acho que tirei os pés demasiado depressa do chão e não deixei nenhuma raiz para que a queda não seja tão grande. Se voltar a cair sei que não recupero novamente. A vida é feita de oportunidades e nem sempre as vemos à nossa frente...

A minha vida está numa correria. Sinto que estou a correr contra o tempo. Sinto que tenho que sentir tudo ao mesmo tempo para não perder mais tempo. Sinto que tirei as muralhas todas e todas as carapaças que construí. E ao mesmo tempo tenho medo, pânico, terror e aflição que possa cair. Que foi cedo demais, que não deveria ter baixado a guarda. Preciso de me proteger, preciso de ter cuidado. A queda será grande se acontecer e provavelmente não irei recuperar. Estou cansada de cair e levantar de novo.

Ainda há um mês chorava pela vida. Chorava porque desistia de lutar. Chorava porque não conseguiria aguentar mais quedas. Chorava porque acreditava que nunca iria ter sorte. Chorava por conformismo da minha má sorte. Acreditava que não teria nunca o futuro que tinha sonhado... Chorei até não conseguir mais. Nessa noite agarrada à minha mãe simplesmente desisti de ter esperança. Chorei pelo meu passado, chorei pela merda de presente que tinha e chorei por um futuro que nunca iria ter. No dia seguinte as marcas eram evidentes dessa noite. A cara estava inchada, o sorriso há muito perdido, os olhos tinham perdido a esperança e o corpo não aguentou mais. Dormi tudo o que tinha perdido durante meses, dormi como um robô sem sentir nada. E durante uma semana assim andei, sem sentir nada, um autómato a deambular entre casa e escola. Fui mais uma vez ao inferno e voltei. Lentamente comecei a recuperar tudo o que tinha perdido. Lentamente levantei-me de novo. Conformei-me e recuperei novamente a esperança...

E agora nesta cadeira, numa casa que nunca pensei em estar a olhar o rio encho-me de dúvida e de receio sem querer acreditar que tive sorte. Que isto caiu-me no colo sem ter pedido. Se calhar é só uma aventura. Se calhar daqui a um mês cada um seguiu o seu caminho. Se calhar tudo mudou.

Tento colocar as dúvidas, os medos e os receios todos para trás das costas. Decidi arriscar e viver, aproveitar o que a vida me deu. Vivo como se não houvesse amanhã e apenas existisse o hoje. O problema é se o hoje acaba e não há amanhã. Mas num segundo afundo tudo e esqueço... Mas sei que preciso de colocar um pé no chão. Sei que preciso de ser mais ponderada. Esta semana vou para cima e vou pensar na minha vida. É tão bom acordar com um sorriso estúpido e adormecer com outro. Ou cada vez que o telefone toca.

Amanhã penso no amanhã... Hoje não...

domingo, 13 de dezembro de 2015

500 km/h

A vida muda num ápice. Quando pensei que iria retomar aos tempos calmos. Que estava novamente num processo de auto-conhecimento. Que iria novamente atravessar uma fase de ter-me simplesmente para mim eis que a vida dá uma reviravolta de 180º.

Ainda continuo baralhada... Mas a sorrir...

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

What a crazy night...


Baralhada... Atordoada...

Riu-me da loucura. Sorrio perante a loucura. Preocupa-me a loucura.

Acabei de conhecer um lado meu que ainda não sei bem se quero conhecer...

Só me rio... Sou tão louca...

sábado, 28 de novembro de 2015

Aplicações malucas e outras coisas...

Todos passamos por momentos da nossa vida que a nossa auto-estima é abalada. Que a nossa auto-confiança é posta em causa. Nalgum momento da nossa vida isso acontece e temos o dever de reconhecer esses momentos. Temos que olhar e perceber que são fases más, que são fases das quais precisamos para nos restabelecer. Que são momentos de mudança, de nos estruturarmos. De encontrarmos novamente o "eu" e de voltar a apaixonar-nos por nós.

Não há melhor momento do que aquele que voltamos a descobrir que não há pessoa no mundo que goste mais de nós do que nós mesmos. Que somos capazes de tudo mesmo que seja só dormir mais de 8 horas por dia. Adormecer com aquele sorriso e acordar com o mesmo sem precisarmos de ninguém. Aquele momento especial que vemos um pôr-do-sol sozinhos e acreditamos que tudo correrá bem mesmo tendo tantas adversidades na vida. Aquele copo de vinho que se bebe e que a meio lembramo-nos que não brindámos a nós mesmos por todas as conquistas que fizemos.

Ter a capacidade para chorar porque nos apetece chorar pela merda de vida que temos. Mas no momento seguinte estamos a rir ao lembrar da vida louca que temos. Ainda me lembro das palavras do Afonso há uns anos atrás quando desesperava para ter uma vida normal "Se fosses normal e banal não terias nada para contar e perderias metade da piada". Por falar nisso, que é feito de ti?

Já passei por muito e por tanto. Muito e tanto moldou a pessoa que sou hoje. Tenho orgulho em mim, sei o que sou, sei o que quero. Sei o que conquistei e sei o que me falta para conquistar...

Há uns dias inscrevi-me numa aplicação sempre com o conselho que me deram: "Há pessoas interessantes lá no meio. Há pessoas que até podes conversar." Fui à procura disso, das tais pessoas interessantes e com quem se podia conversar. No início até estava a fazer bem ao ego mas agora...

É tão absurdo e tão ridículo. Andei eu a passar por tudo e por tanto para isto? A única coisa que se dá valor é a uma fotografia e a uma legenda. Somos analisados pelo nosso físico e apenas querem isso. Mas o ser humano é tão mais que isso. O ser humano não se resume apenas a uma fotografia e a uma one night stand. "Há pessoas interessantes!" Como? Onde? A futilidade é levada ao extremo. A curiosidade começa com a legenda e termina com uma negativa a um café. Tão simples quanto isto. A condição humana nesta aplicação resumiu-se a simplesmente 3 ou 4 perguntas.

Onde foram parar os olhares? Onde foi parar as primeiras conversas? Onde foi parar a curiosidade em querer conhecer mais? Agora tudo depende de um café? Até num bar dá mais trabalho. Faz-me confusão isto. Faz-me confusão que se chegue a este ponto. É preciso uma aplicação para que as pessoas se conheçam para sexo? Que busquem uma companhia desesperadamente só por causa de uma fotografia. E pior que tudo é que a pessoa se sinta julgada por estar lá, que a pessoa seja posta de parte só porque não quer a mesma coisa. 

O meu estudo sociológico termina. Nem uma semana dou a isto. O gozo que teve já se perdeu por completo. O ego nem teve tempo para ser alimentado. Em vez disso senti-me como um objeto, daqueles que se serve e depois deita fora. E eu sou tão mais que isso. Muito mais que isso...

A esperança nunca morre. Quero que os próximos 8 meses nesta terra sejam bem vividos. Mas assim não obrigada. Mil vezes uma conversa com os amigos pelo skype, mil vezes a minha música, mil vezes a minha casa. Triliões de mim. Sou a minha melhor companhia e isso basta.

Tudo tem um propósito e este chegou ao fim... Sem sucesso para ninguém mas um sucesso para mim. Voltei a confirmar que sou tão mais que tudo e que tanto e que já vivi demasiado para me tornar numa pessoa fútil.

É tão ridículo que até assusta...

Fim dos exames do 4º ano...


Os exames de 4º ano acabaram! Durante 2 anos convivi com isto. E para mim o fim destes exames significam algumas coisas:

1 - Posso dormir descansada durante essa semana. Eu, os alunos e os pais. E não temos que esperar um mês pelas notas. Mês esse que é interminável.

2 - Os meus alunos vão ter mais oportunidades para serem crianças. Coisa que até agora raramente acontecia.

3 - O stress a que eles seriam submetidos termina. E vi demasiadas crianças a cederem a esse stress desnecessariamente. Vi demasiadas crianças a chorarem pelas notas que não mereciam e isso acho desumano. Se eu dou 5 e têm 2 no exame a culpa não é minha. E o sofrimento que causou deixa marcas... É uma coisa que me revolta...

4 - Concordo com exames mas não nestes moldes. Não se abandonam crianças numa sala de uma escola qualquer com 2 estranhos. Ninguém pode imaginar a tristeza e o sufoco de ver todos aqueles olhos suplicantes no início do exame. A sensação de impotência que temos, a espera que desespera para que tudo termine.

5 - Nunca esteve em causa se eu sou uma boa professora ou não, esteve sempre em causa foi eles lidarem com os obstáculos mas que não há tempo e anos suficientes para os preparar pois há conteúdos que nunca mais acabam para serem dados até ao exame. Estamos a falar de um exame feito a meio de maio e que tudo tem que estar dado supostamente até abril quando os conteúdos vão até junho.

6 - Hoje antecipando o que iria acontecer deixei-os "brincar" com uma matéria de matemática e eles estavam a adorar. Sabe bem estes momentos mas que infelizmente não havia muitas oportunidades. Ser criança e brincar com a matemática? Ter oportunidade agora de poder fazer isso com os vários conteúdos. Voltar aos materiais didáticos que tanto gosto. Agora há tempo, não tanto como gostaríamos mas há...

7 - O meu nível de exigência não termina só porque os exames terminaram. Se sei que são capazes vou continuar a exigir o mesmo.

8 - Tiraram-me um peso de 10 toneladas de cima da cabeça. Deixei de sentir que tinha a cabeça a prémio. Porque as minhas notas não eram importantes, era o maldito ranking dos exames. Os tais que são em condições ridículas.

9 - Não há nada para celebrar pois o ano letivo ainda não terminou e ainda há muita coisa para ensinar e ser vivida.

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Mentira?

É mentira?

Não?

A sério?

Só pode ser mentira...

Nunca me tinha acontecido tal coisa mas também não volta a acontecer... Que erro e que engano! Que desperdício da minha vida! Tempo perdido que não volta atrás.

Mas o que vale...

É que ainda tenho muito tempo pela frente! Ainda tenho muitas aventuras para viver... Só me chateia ter desperdiçado o meu tempo. Mas pronto, a pessoa aprende...

E já nem preciso de levantar porque já fiz essa escalada novamente. O que vale é que afinal o tempo que seria perdido em lágrimas já passou e estou rapidamente pronta para outra. O que vale é que agora sinto que estou preparada para outra.

Voltar? Só se eu fosse louca da cabeça e completamente desequilibrada. Gosto tanto de mim, reencontrei-me novamente e isso é tão bom. Voltei a ser a pessoa mais importante da minha vida e isso é maravilhoso...